sábado, 22 de agosto de 2020

Salvador - Julho de 2017

 



Mais um bate/volta que realizei, não só por contenção de gastos, mas por não estar de férias. Na época eu era agente de pesquisas no IBGE e, embora fizesse aniversário de contrato no mês de Julho, sempre optava por tirar as férias em Agosto, para passar um tempo em casa próximo ao dia dos pais e de uma festa religiosa que eu gostava de ir. Além disso, o mês de Julho era alta estação do turismo em Fortaleza e sempre era bom estar por perto. Como em todo início de mês, vim passar vim passar um fim de semana com meus pais naquele Julho de 2017. Sentado à noite na frente da Tv decidi pesquisar pelo celular o preço das passagens para a Bahia, que era próximo e eu ainda não conhecia. Para minha decepção os valores estavam muito altos para Agosto, quando eu entraria de férias, e só para ter uma noção, dei olhada em como eles estavam em Julho. Surpreendentemente vi que era bem mais barato e não hesitei em me programar programar passar o último final de semana do mês em Salvador. Depois fiquei sabendo que, por conta do frio e chuva, o mês de Julho era época de baixa estação por lá, mas não me importei nem um pouco. Localizei um hostel, fiz a reserva e comprei a passagem para uns vinte dias depois, algo que iria me fazer sofrer bem menos com ansiedade. Com uma rápida pesquisa sobre trajetos e modos de transporte esquematizei as formas de chegar no local de hospedagem, em pleno Pelourinho, e quando chegou o grande dia tudo ocorreu sem transtorno. Mais uma vez fui sozinho, busquei, tentei, mas, principalmente pelo caráter abrupto da iniciativa, ninguém quis ou pôde ir comigo. Foi  realização de um grande sonho, já que desde a minha infância, quando requebrava ao som do hoje chamado axé das antigas, eu sonhava em conhecer Salvador. Quem não quer ? Indescritível estar diante de todos aqueles ícones arquitetônicos, em especial o Elevador Lacerda, que eu achava ser um simples monumento turístico e vi ser um indispensável meio de locomoção para os baianos. Para mim foi como um brinquedo de um parque de diversões, embora eu só o tenha utilizado de forma extremamente necessária. O Pelourinho também me surpreendeu por que além de bem conservado possui múltiplos usos e tem uma energia incrível. Me alegrei muito também em ver que o Farol da Barra possui visitação interna e explorei cada detalhe. Infelizmente ficou muito na cidade a explorar, mas conheci o essencial. Foi muito realizador, um dia quero ir novamente. 


Nenhum comentário:

Postar um comentário